domingo, 9 de setembro de 2007

Breve dissertação & Esclarecimento

São quase 7 da manhã, a cabeça já me dói ao minimo movimento que tente fazer. Ainda agora fui à cozinha buscar água, e parece que levava um martelo que constantemente não parava de me amedrontar os mais silvestres pensamentos.

Bem.. Este blog tem-me servido unica e exclusivamente para depor os meus pobres pontos de vista sobre várias matérias sociais, e de vez em quando uma ou outra critica a algo que eu ache realmente de valor para dissertar. Não tenho clientes assíduos aqui (e ainda bem, coitados).

Indo directamente ao que interessa, eu, como bloguer duma comunidade sem fim, sou, uma pessoa. Vocês sabem-no mais que ninguém. Sim, pois quem vem aqui é porque é meu amigo, ou conhecido, enfim: já me viu ou ouviu.

Trago aqui um assunto de índole pessoal, que muito me custa trazer à praça pública. É provavelmente a coisa que mais me custa fazer, desde que me conheço: Mas tem de ser feita. Lamentavelmente.

Venho aqui esclarecer, que um relacionamento, como toda a gente sabe, tem os seus problemas, as suas virtudes, as suas vantagens e desvantagens. Quem considera que as vantagens e as boas coisas são mais assíduas que os aspectos negativos, prolonga a relação, quem se sente mal (por palavras mais fáceis) acaba-a.
No fim dessa mesma relação, cabe às pessoas querer ou não querer olhar para trás e tirar uma lição daquilo que houve de bom e de mau, e saber tirar frutos disso mesmo. Outras, podem simplesmente esquecer aquilo que se passou, e continuar de uma forma liberal, desistindo de pensar no que foi bom ou mau. É possivelmente uma má escolha, mas isso já cabe a cada um.

Tive uma relação razoavelmente longa, como é sabido por toda a gente, e considero que foi positivo para mim. De todo.
No entanto, há coisas que quando se acaba uma relação, não se podem fazer, por respeito, por orgulho do que se teve, enfim.. por se ter gostado (nem que temporariamente, mesmo esse tempo ter sido muito) da outra pessoa: Difamar, Mentir, Gozar, Humilhar, Iludir.

Não considero que fui a pessoa perfeita durante a relação que tive. Não fui, mesmo! Porém, como já disse, os aspectos positivos imperaram, em relação a trivialidades (sim, não passaram disso mesmo) menos boas, que tornaram a relação, algo especial. Diferente.

Nunca tinha tido nada assim, gostei de ter, se bem que tão cedo, não estou disposto a experienciar novamente nada tão.. rigoroso.

Passando agora a um discurso bem mais objectivo e claro, quero dizer que correm rumores e boatos, que eu supostamente fiz e disse, ao longo da minha relação coisas que peremptoriamente afirmo que são MENTIRA! Como já disse anteriormente num meu outro post, sempre me intrigou o uso da mentira para argumentar o que quer que seja quando se sabe, de ciência certa, que mais cedo do que tarde leva a maus resultados. Neste caso, parece-me que são interesses alheios, em causa, a juntar à fragilidade da pessoa que ouviu todas essas barbaridades.
Pior: Diz-se ao mesmo tempo, que fiz aquilo que mais nojo me poderia meter. Nunca me perdoaria se algum dia sequer pensasse em faze-lo: Colocar a intimidade da relação e os contactos, na Internet. Isto bate o absurdo e chega a ser chocante por dois motivos: Primeiro, não se percebe o porquê de dizerem tais disparates (os tais interesses alheios?), segundo, é de dificil compreensão perceber que afinal, quem conviveu comigo "demasiado" tempo, não consegue perceber a mentira escandalosa que ali pousa.

Nos primeiros momentos, senti raiva, incredulidade, e vontade de partir para vias de facto para tudo o que se mexesse. Não o fiz, talvez porque quem merecesse de direito esta ira, não estava por perto.

Sem querer fazer qualquer ameaça, quero só pedir, para que quem lançou tamanha difamação, que se apresse em dar conta da Verdade.

Se não o fizer, eu próprio o farei. E aí sim, é mesmo para ter medo.


(Só publiquei isto hoje, às 23.. mas comecei-o ontem, mesmo às 7 da manhã)