domingo, 26 de julho de 2009

Quase dois anos passaram..

..e tanto, mas tanto mudou.

Só isso: Mudança.

domingo, 9 de setembro de 2007

Breve dissertação & Esclarecimento

São quase 7 da manhã, a cabeça já me dói ao minimo movimento que tente fazer. Ainda agora fui à cozinha buscar água, e parece que levava um martelo que constantemente não parava de me amedrontar os mais silvestres pensamentos.

Bem.. Este blog tem-me servido unica e exclusivamente para depor os meus pobres pontos de vista sobre várias matérias sociais, e de vez em quando uma ou outra critica a algo que eu ache realmente de valor para dissertar. Não tenho clientes assíduos aqui (e ainda bem, coitados).

Indo directamente ao que interessa, eu, como bloguer duma comunidade sem fim, sou, uma pessoa. Vocês sabem-no mais que ninguém. Sim, pois quem vem aqui é porque é meu amigo, ou conhecido, enfim: já me viu ou ouviu.

Trago aqui um assunto de índole pessoal, que muito me custa trazer à praça pública. É provavelmente a coisa que mais me custa fazer, desde que me conheço: Mas tem de ser feita. Lamentavelmente.

Venho aqui esclarecer, que um relacionamento, como toda a gente sabe, tem os seus problemas, as suas virtudes, as suas vantagens e desvantagens. Quem considera que as vantagens e as boas coisas são mais assíduas que os aspectos negativos, prolonga a relação, quem se sente mal (por palavras mais fáceis) acaba-a.
No fim dessa mesma relação, cabe às pessoas querer ou não querer olhar para trás e tirar uma lição daquilo que houve de bom e de mau, e saber tirar frutos disso mesmo. Outras, podem simplesmente esquecer aquilo que se passou, e continuar de uma forma liberal, desistindo de pensar no que foi bom ou mau. É possivelmente uma má escolha, mas isso já cabe a cada um.

Tive uma relação razoavelmente longa, como é sabido por toda a gente, e considero que foi positivo para mim. De todo.
No entanto, há coisas que quando se acaba uma relação, não se podem fazer, por respeito, por orgulho do que se teve, enfim.. por se ter gostado (nem que temporariamente, mesmo esse tempo ter sido muito) da outra pessoa: Difamar, Mentir, Gozar, Humilhar, Iludir.

Não considero que fui a pessoa perfeita durante a relação que tive. Não fui, mesmo! Porém, como já disse, os aspectos positivos imperaram, em relação a trivialidades (sim, não passaram disso mesmo) menos boas, que tornaram a relação, algo especial. Diferente.

Nunca tinha tido nada assim, gostei de ter, se bem que tão cedo, não estou disposto a experienciar novamente nada tão.. rigoroso.

Passando agora a um discurso bem mais objectivo e claro, quero dizer que correm rumores e boatos, que eu supostamente fiz e disse, ao longo da minha relação coisas que peremptoriamente afirmo que são MENTIRA! Como já disse anteriormente num meu outro post, sempre me intrigou o uso da mentira para argumentar o que quer que seja quando se sabe, de ciência certa, que mais cedo do que tarde leva a maus resultados. Neste caso, parece-me que são interesses alheios, em causa, a juntar à fragilidade da pessoa que ouviu todas essas barbaridades.
Pior: Diz-se ao mesmo tempo, que fiz aquilo que mais nojo me poderia meter. Nunca me perdoaria se algum dia sequer pensasse em faze-lo: Colocar a intimidade da relação e os contactos, na Internet. Isto bate o absurdo e chega a ser chocante por dois motivos: Primeiro, não se percebe o porquê de dizerem tais disparates (os tais interesses alheios?), segundo, é de dificil compreensão perceber que afinal, quem conviveu comigo "demasiado" tempo, não consegue perceber a mentira escandalosa que ali pousa.

Nos primeiros momentos, senti raiva, incredulidade, e vontade de partir para vias de facto para tudo o que se mexesse. Não o fiz, talvez porque quem merecesse de direito esta ira, não estava por perto.

Sem querer fazer qualquer ameaça, quero só pedir, para que quem lançou tamanha difamação, que se apresse em dar conta da Verdade.

Se não o fizer, eu próprio o farei. E aí sim, é mesmo para ter medo.


(Só publiquei isto hoje, às 23.. mas comecei-o ontem, mesmo às 7 da manhã)

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Não voltei a tempo! Mas esta vergonha..?

Portugal está fora do Mundial de Sub-20. Ainda bem. É que só assim temos a certeza de não assistir a mais exibições paupérrimas, quase sempre acompanhadas do respectivo resultado negativo. Chegar aos oitavos-de-final, convenhamos, já foi um feito, pois numa competição “normal”, perder dois jogos na fase de qualificação seria suficiente para fazer as malas. Quis o destino – e os desfechos alheios – que os jovens lusos ainda tivessem oportunidade de jogar mais uma partida. Foi pena. O embate com o Chile nunca devia ter acontecido.

Não me recordo de ver uma prestação tão cinzenta de uma Selecção Nacional de futebol. Acredito que já tenha acontecido, mas por mais que puxe pela memória não me ocorre nada (comparado com isto, até o histórico empate com Liechestein me parece agradável). Então os primeiros 45 minutos foram simplesmente inacreditáveis. Portugal não fez um único remate, raramente passou de meio-campo, não teve posse de bola, foi completamente dominado pelo adversário e limitou-se a fazer três coisas (qual delas a mais inútil...): faltas, pontapés para o ar e passes errados.

Perder por apenas um golo de diferença com o Chile não foi simpático. Foi uma dádiva dos deuses. Portugal podia ter sido goleado só na primeira parte. Tal só não se verificou porque os sul-americanos desperdiçaram uma mão cheia de ocasiões, mas também porque o guardião Rui Patrício fez tudo o que podia para adiar o óbvio.

Na segunda parte, Portugal continuou à deriva. Não se viu nada normal num grupo que devia ser uma equipa. Era preciso atacar e ir em busca da igualdade, mas quem intensificou a posse de bola foram os chilenos que, imagine-se, fartaram-se de sofrer entradas à margem da lei. Por momentos cheguei a pensar que os sul-americanos eram os de branco!

Nos instantes finais, quando a derrota já parecia certa (para ser sincero, creio que a certeza quanto ao desfecho sucedeu no preciso momento em que o Chile marcou...), a rapaziada achou por bem acrescentar algo mais à sua aterradora exibição. Assim, depois de Coentrão ter reclamado com todos os adversários que lhe passaram por perto (tanto talento precisa de uma cabeça mais fresca), Mano resolveu agredir um chileno e, na sequência, Zequinha tirou o cartão vermelho das mãos do árbitro. Um “filme” digno de Fellini, com direito a bolinha vermelha no canto superior da televisão.

Portugal foi uma vergonha neste Mundial. Podia ter sido só futebolisticamente, mas perder 3 em 4 jogos não foi suficiente. Foi necessário fazer tristes figuras de todas as formas e feitios. Se estes jogadores estavam à espera desta competição para ganhar espaço no futebol português... saiu-lhes o tiro pela culatra.

Mas, no meio de tudo isto, o que me causa mais confusão é não conseguir perceber o que esteve na origem de uma participação deste calibre. É que quem se der ao trabalho de ir verificar o trajecto desta equipa descobre um ror de vitórias convincentes. Gostava que alguém tentasse explicar isto, nomeadamente José Couceiro que, claro, também não fica nada bem nesta “fotografia”, tal como não ficou na dos Sub-21. Couceiro é talvez neste momento, o pior treinador que Portugal já teve numa das suas selecções. E é mesmo. Só queria chamar-lhe uns quantos nomes menos próprios. Já o fiz, em epaço próprio (Biblioteca Bar, onde assistia a este triste "arraial") e com um copo de vodka na mão.

Bom, vejamos isto pelo lado positivo: Portugal não joga mais!

sexta-feira, 27 de abril de 2007

Interregno.

Não tenho postado por estes lados, pois o tempo de queimas, festas e noitadas, pede-me que todo o tempo de descanso seja só mesmo disso, e para manter um certo nível neste blog, não quero vir aqui com a ressaca de 14 horas de sono.

Este blog não tem leitores fiéis, até porque o próprio autor não lhe é fiel nas postagens. Peço desculpa por isso.

Amanhã volto a sério. Prometo.

terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

E agora como vai ser?

Acabou no Domingo a maior das batalhas morais e éticas que a sociedade Portuguesa viveu até hoje. Para mim, acabou mal, com a aprovação NÃO VINCULATIVA do "Sim" à Despenalização (e consequente Liberalização) de todo o processo que constitui o Aborto em si.

Porém há vários pontos a reter, que nunca em situação alguma deverão ser esquecidos.

Portanto, ficou claro neste referendo, que a população Portuguesa não queria referendar algo que devia ser tratado na Assembleia. É certo que o Sim ganhou por quase 20%, mas somando os votos do Não, mais os abstencionistas, também é certo que 80% da população Portuguesa NÃO VOTOU "Sim".

Com isto prende-se a questão do referendo ser vinculativo, ou não.

A Constituição da República Portuguesa é clara: "O referendo só tem efeito vinculativo quando o número de votantes for superior a metade dos eleitores inscritos no recenseamento." Assim sendo, e perante os resultados da participação neste segundo referendo sobre o aborto, a maioria de esquerda no Parlamento, capitaneada pelo PS e pelo José Sócrates, vai fazer de conta que esta consulta pública e directa aos eleitores não é para respeitar, na sua fórmula de vinculação?

Vamos por partes: quando o PS e o Primeiro Ministro partiram para este referendo sabiam as regras do jogo, que não podiam ser mais claras. Só era possível vincular a maioria se mais de metade do eleitorado votasse. E os eleitores, na sua soberana decisão, que tem de ser integralmente respeitada, decidiram não aparecer nas urnas, por todos os motivos, incluindo os que acham que a abstenção é uma forma de expressão legítima de não aceitação do referendo.

Seja como for, Sócrates, o Governo e a maioria deverão ser os primeiros a respeitar a nossa lei fundamental, e mal estaremos, em todos os casos, se assim não acontecer. É certo que eles prometeram mexer na lei, mesmo sem a maioria vinculativa, mas é um princípio de pensamento totalitário e de extraordinária falta de respeito pelos portugueses.

Felizmente ainda existe um Presidente da República e um Tribunal Constitucional, que terão uma palavra final, soberana e decisiva, sobre essa matéria.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

Assim Não

Quem conseguir ir contra estes argumentos, que tente..
..mas assim Não!

sábado, 27 de janeiro de 2007

O meu Não. As inverdades do Sim.

Sempre me intrigou o uso da mentira para argumentar o que quer que seja quando se sabe, de ciência certa, que mais cedo do que tarde leva a maus resultados. E na actual discussão sobre o referendo ao aborto isso é de tal forma evidente que chega a ser chocante.

Partindo do princípio que todos sabemos ler, a pergunta proposta no referendo é, no essencial, se o aborto pode ser realizado livremente, e por isso sem qualquer penalização, por opção da mulher até às 10 semanas. Daqui decorrem várias consequências, uma das quais, a mais importante para quem defende o "sim", é que nenhuma mulher pode ser condenada se praticar o aborto até às 10 semanas.

Até aqui não há discussão.


Mas há, obviamente, uma segunda consequência a retirar, que é de uma lógica matemática imbatível: o aborto, se praticado depois das 10 semanas, é e será, face à lei actual e futura (porque ninguém a parece querer mudar, nem os partidários do "sim"), um crime. É por isso do domínio do delírio político, ou da mais fina desonestidade intelectual, argumentar-se que, caso ganhe o "sim", acaba a despenalização ou criminalização do aborto. Não é, simplesmente, verdade. Nem serve o argumento sobre os julgamentos mediáticos que se assistiram nos últimos anos, porque se referiam a gestações muito para além das 10 semanas. Numa palavra: julgamentos semelhantes àqueles realizar-se-ão na mesma, caso ganhe o "sim". Com uma agravante: porque os partidários do "sim" argumentam que a lei é para se cumprir (e por isso dizem que a actual é hipócrita porque não respeitada) é de esperar que se manifestem junto dos tribunais (à semelhança do que têm feito) a pedir justiça, que, no caso, pode querer dizer prisão.


Outra não verdade (para ser simpático) refere-se aos exemplos sobre os casos dramáticos que todos conhecemos. Ora acontece que a lei actual já prevê a despenalização nessas situações. Daí que argumentar com a precariedade económica, ou alegar com a falta de saúde (até psíquica) da mãe, ou do feto, não é razoável (ou verdadeiro) porque todos estes casos estão previstos na lei, e não é a vitória do "sim" que vai alterar uma vírgula que seja.


Resta o óbvio: o que se pergunta é se o aborto pode ser realizado, até às 10 semanas, por opção da mulher. Ou seja, independentemente daquilo que cada um possa pensar sobre as mulheres, sobre os homens, sobre a responsabilidade, sobre a educação sexual e o sexo em geral, sobre a família, a natalidade, os hospitais, os médicos, o governo e por aí fora, o que se pergunta é se uma mulher, uma qualquer, quiser abortar até às 10 semanas, o possa fazer, livremente e sem dar explicações, porque ninguém tem nada a ver com isso.

Uma última, mas importante, correcção: há várias fórmulas jurídicas de condenar o aborto sem recorrer, necessariamente, à pena de prisão. O Parlamento rebenta com propostas destas, mas quem defende o "sim" recusa, sistematicamente, falar do assunto.

sexta-feira, 22 de dezembro de 2006

Boas Festas

terça-feira, 7 de novembro de 2006

Quando eu fui jornalista [OWNED AO CORREIO DA MANHÃ]

Portanto, isto surgiu já há uns tempos.. Foi uma história engraçada que deu que falar, pelo menos dentro do meu circulo de conhecimento. Partilho agora convosco tal peripécia.. ;)

O episódio remonta a 25 de Maio de 2005, pouco depois daquela semana fatidica para o meu Sporting, em que perdeu contra o Benfica na Luz por 1-0, e poucos dias depois perdeu a final da Taça UEFA, frente ao CSKA de Moscovo.

Eis o retrato literal de tudo o que se passou e que eu publiquei num forum na altura:

"No dia a seguir ao Benfica - Sporting, a propósito daquele golo, em que era suposta falta sobre o Ricardo, tava eu fodido da vida por causa disso, e para calar os Benfiquistas, dei asas à minha "imaginação" e "inventei" que o Collina tinha dito que era falta.

O texto que eu escrevi é o seguinte, e ainda aqui tá no documento de word, guardado dia 17 de Maio pela meia noite:

'COLLINA DIZ QUE É FALTA'

A revista MegaSport, da imprensa italiana, na secção "internacional" aborda o derby português com algum destaque e confrontou Pierluigi Collina, o árbitro italiano mais famoso do mundo. No que diz respeito à polémica do golo do Benfica no sábado passado, Collina, o melhor árbitro do mundo por dois anos consecutivos (2003 e 2004) não teve dúvidas e é peremptório "Nota-se um ligeiro contacto com os corpo do jogador benfiquista no guarda-redes do Sporting, é na pequena área e num lance de acção ofensiva, ali o guarda-redes é dono e senhor, é falta indiscutível". Os erros de arbitragem para Collina “acontecem e não podem ser evitado pois o árbitro é um ser humano”, no que diz respeito a outras arbitragens em jogos do Benfica e que causaram polémica, nomeadamente nos jogos com o Estoril, Belenenses e Leiria, o árbitro italiano diz que houve um pouco de “tendência benfiquista”. Retirando todo o facciosismo e em relação ao derby de sábado, diz-se que as derrotas não devem justificar-se pelos erros de arbitragem; factualmente incorrecto seria fingir que elas não existem. Principalmente quando são tão graves que adulteram o resultado e entregam campeonatos."

anyway... meti isso num forum de anti-lampiões e em alguns canais do IRC só mesmo para "picar" os gajos, e caguei na cena, sem nunca mais dar importãncia a isso mesmo...

Hoje estava no IRC e vejo um gajo que diz k viu no Correio da Manhã, que o Collina tinha dito que o tal lance tinha sido falta. Oi?

http://www.correiomanha.pt/noticia.a...091&idCanal=12

COLLINA CLARO: FALTA DE LUISÃO

Considerado em 2002 e 2004 o melhor árbitro do Mundo, Pierluigi Collina avaliou, para a revista italiana ‘MegaSport’, o golo que ditou o triunfo do Benfica sobre o Sporting, no dérbi de Lisboa. E o transalpino não tem dúvidas sobre a ilegalidade do lance. “Nota-se um ligeiro contacto com o corpo do jogador benfiquista no guarda-redes do Sporting, é na pequena área e num lance de acção ofensiva, ali o guarda-redes é dono e senhor, é falta indiscutível”, disse, na secção de ‘internacional’ da referida revista. Collina diz ainda que os erros “acontecem e não podem ser evitados, pois o árbitro é um ser humano”, mas considera que nos jogos do Benfica contra Estoril, Belenenses e Leiria houve um pouco de “tendência benfiquista”.

EH PAH... QUÉSTA MERDA?


Okay... "Apareci" no Correio da Manhã com uma brincadeira minha xD

AH! É VERDADE, NÃO EXISTE NENHUMA MEGA SPORT ITALIANA!! LOL!

OS RESPONSÁVEIS PELA MANUTENÇÃO DO SITE DO CORREIO DA MANHÃ JÁ ELIMINARAM A TAL NOTICIA DO DITO URL, MAS COMO ISSO JÁ ERA DE ESPERAR, AQUI FICA A PROVA QUE EU GUARDEI EM PRINT SCREEN:



Bem.. mas a coisa não se ficou por aqui.. dois dias mais tarde, o Destak e o Jornal "Metro" da cidade do Porto, acharam por bem publicar aquilo que eu tinha dito LITERALMENTE:



CLOSED


Esteve quase para ir para o "Nós por cá" .. mas acabou por ficar entre uma das muitas histórias que os Correios da Manhã terão para contar..

domingo, 5 de novembro de 2006

Porque vale sempre a pena relembrar

Um dos dias mais felizes da minha curta existência. Sem dúvida. ;)


sábado, 21 de outubro de 2006

Republica a Pulitzer: Já!

[Bem.. e passado uns minutos (10?) resolvi voltar a postar (sim, estou com vontade).

Na (tentativa de) introdução quis dar a entender que o meu blog seria o mais abrangente possivel.
Nessa linha de conduta, erro já neste meu primeiro post, pois irei falar de algo que só diz respeito a um grupo mais restrito, mas há assuntos que têm de ser chamados à praça pública o mais rápido possivel. Peço desculpa.]

Portanto, chegou-me às mãos no inicio da semana, um pasquim intitulado de "Republica". Confesso que olhei para ele e pensei que seria algum panfleto em A4 de um qualquer triste grupo anti-praxe, tais eram as alusões à praxe e à UTAD em si, na sua primeira página. Estava enganado. Só acertei na condição do grupo. Nas suas intenções não.


Achei alguma piada àquelas fotocópias A3 dobradas em 2, que se destinaram a insurgir contra algo. Li alguns excertos daquilo que para lá diziam, mas rápido me apercebi que a critica era tão abusiva, que só mesmo alguem (ou alguns) com uma forte vontade de dar nas vistas é que faria tal coisa.

  • Julgo que o dito "República" se destinava a apontar falhas no sistema de ensino leccionado no curso de Ciencias da Comunicação, pelo menos tentou. Mas não conseguiu.

  • Faz crítica à praxe e à sua comissão. Irrelevante. Ninguém se interessa com aquele triste ponto de vista.

  • Vem assinado com nomes fictícios e ninguém percebeu esta jogada. Primeiro porque toda a gente sabe quem fez aquilo. Quem vê caras não vê corações. Mas quem vê o "República" vê logo as caras.

  • E resta dizer que aquela impressão rasca, aquele conteúdo incoerente, e todo o desenho (des)formatado do jornal, é nitidamente o espelhar dos seus autores.

"A primeira e pior de todas as fraudes é enganar-se a si mesmo. Depois disto, todo o pecado é fácil."

(J. Bailey)


Continuem senhores Republicanos. A gente precisa de vocês para se rir.

Antes não. Agora!

Humm.. Decido embarcar no mundo bloguista por razões que até a mim me são desconhecidas na totalidade. Esta recente existência pode-se explicar, no entanto, pela vontade de falar de coisas.. Sim, de coisas. Espero construir um blog onde o meu ponto de vista ficará bem expresso, e onde espero que o feedback seja o mais construtivo possível.. Bem.. de que vou falar aqui? De politica? Sim.. De religião? Não me parece.. Do meu curso? Sim, provavelmente. De noite/festas/alcool? Indubitavelmente. De futebol? Of course.. Não quero, porém, fazer um longo prefácio a este blog, pois tanto posso daqui a meio ano estar na TV a receber o prémio de blog do ano, como pode o blog ficar-se por este mísero post.

Cumprimentos, Tyger. [Fim da introdução]