Republica a Pulitzer: Já!
[Bem.. e passado uns minutos (10?) resolvi voltar a postar (sim, estou com vontade).
Na (tentativa de) introdução quis dar a entender que o meu blog seria o mais abrangente possivel.
Nessa linha de conduta, erro já neste meu primeiro post, pois irei falar de algo que só diz respeito a um grupo mais restrito, mas há assuntos que têm de ser chamados à praça pública o mais rápido possivel. Peço desculpa.]
Portanto, chegou-me às mãos no inicio da semana, um pasquim intitulado de "Republica". Confesso que olhei para ele e pensei que seria algum panfleto em A4 de um qualquer triste grupo anti-praxe, tais eram as alusões à praxe e à UTAD em si, na sua primeira página. Estava enganado. Só acertei na condição do grupo. Nas suas intenções não.
Achei alguma piada àquelas fotocópias A3 dobradas em 2, que se destinaram a insurgir contra algo. Li alguns excertos daquilo que para lá diziam, mas rápido me apercebi que a critica era tão abusiva, que só mesmo alguem (ou alguns) com uma forte vontade de dar nas vistas é que faria tal coisa.
Na (tentativa de) introdução quis dar a entender que o meu blog seria o mais abrangente possivel.
Nessa linha de conduta, erro já neste meu primeiro post, pois irei falar de algo que só diz respeito a um grupo mais restrito, mas há assuntos que têm de ser chamados à praça pública o mais rápido possivel. Peço desculpa.]
Portanto, chegou-me às mãos no inicio da semana, um pasquim intitulado de "Republica". Confesso que olhei para ele e pensei que seria algum panfleto em A4 de um qualquer triste grupo anti-praxe, tais eram as alusões à praxe e à UTAD em si, na sua primeira página. Estava enganado. Só acertei na condição do grupo. Nas suas intenções não.
Achei alguma piada àquelas fotocópias A3 dobradas em 2, que se destinaram a insurgir contra algo. Li alguns excertos daquilo que para lá diziam, mas rápido me apercebi que a critica era tão abusiva, que só mesmo alguem (ou alguns) com uma forte vontade de dar nas vistas é que faria tal coisa.
- Julgo que o dito "República" se destinava a apontar falhas no sistema de ensino leccionado no curso de Ciencias da Comunicação, pelo menos tentou. Mas não conseguiu.
- Faz crítica à praxe e à sua comissão. Irrelevante. Ninguém se interessa com aquele triste ponto de vista.
- Vem assinado com nomes fictícios e ninguém percebeu esta jogada. Primeiro porque toda a gente sabe quem fez aquilo. Quem vê caras não vê corações. Mas quem vê o "República" vê logo as caras.
- E resta dizer que aquela impressão rasca, aquele conteúdo incoerente, e todo o desenho (des)formatado do jornal, é nitidamente o espelhar dos seus autores.
"A primeira e pior de todas as fraudes é enganar-se a si mesmo. Depois disto, todo o pecado é fácil."
(J. Bailey)
Continuem senhores Republicanos. A gente precisa de vocês para se rir.

